Darcio Martins – Thinkaholic

Experience @ 2k11 * – A Caminho do Blunt Of Judah

Parabéns mulheres, moças, meninas e senhoras.

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“De todos os hinos entoados em louvor às revoluções nos campos de batalhas, nenhum, por mais belo que seja, tem a força das canções de ninar cantada no colo das mães.”

Parabéns mulheres, pelo dia de vocês. Vocês merecem. ;)

Amplexos!

Escrito por darciomartins

março 8, 2011 em 12:51 am

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Creative Commons

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Escrito por darciomartins

fevereiro 27, 2011 em 2:06 am

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The Beatles – Revolution

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Escrito por darciomartins

janeiro 26, 2011 em 11:55 pm

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A gente pode …

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A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos… TUDO BEM! O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum… é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.

Chico Xavier

Escrito por darciomartins

setembro 17, 2010 em 2:53 pm

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Geração Y e discernimento

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Vivemos em mundo cheio de inovações tecnológicas, onde qualquer informação está ao alcance de nossas mãos e no meio de tanta evolução percebo muita gente perdida, sozinha, precisando de atenção.

Estranhamente tanto acesso à informação parece trazer solidão e desencontro consigo mesmo, eis que “na ânsia de ser informado”, muitos se afastam de suas vidas, se abandonam, conhecem o mundo e não se conhecem. Desvendar o mundo parece ser tão fascinante e se conhecer talvez não seja, afinal pode ser um processo doloroso, ademais apontar os defeitos no mundo, nos outros, viver a vida dos outros é bem mais fácil.

Creio que a informação em demasia e toda essa série de facilidades que estão disponíveis a essa geração, tornou-se um àlibi perfeito que justifica o abandono a si mesmo, gerando um casulo de proteção contra os que tentam ir além da superficialidade.

Existe tanta gente que é incrível e que leva uma vida sem muito entusiasmo porque não enfrenta seus medos, porque não se conhece e porque simplesmente aceita os malditos rótulos que outros impõem e ainda usam esses para se isolar e privar o mundo de suas facetas, o que é lamentável.

Portando, o que falta mesmo a esta geração é discernimento pra filtrar/analisar o que é verdadeiramente importante e não se deixar levar pela publicidade, filmes, livros ou qualquer pessoa. Falta discernimento, falta saber separar o joio do trigo e saber olhar pra dentro de si mesmo, não superficialmente, mas profundamente.

Amplexos.

Escrito por darciomartins

setembro 15, 2010 em 12:32 pm

Publicado em Business, Recursos Humanos

Escafandro utópico

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As religiões seduzem Habitantes da Terra

Homens que conduzem

A terceira guerra…

…Uma guerra religiosa e santa

De anjos-carrascos que sempre suplanta

O Nirvana, o católico em chama

O protestante, …, o Jeová que ama

Na fogueira, o livro ardia

Uma lenda repleta de anedotas

Tudo, tudo, tudo isto partia

Saudosa lembrança, capitalismo, agiotas…

Surgem homens de próprios caminhos

Sofre o eco e o individualismo, agora sozinhos

Imensidades do pensamento,

Ah! Vida Não mais existe alma ferida

Não existe mais dinheiro no mundo

Não há reino, limites ou morte

Nem símbolo abstrato ou profundo

Há amizade, amor, sentimento forte…

Desigualdade é palavra estranha

Igualdade, alegrias de montanha

Existem realizações, não mais fome

Existem emoções, a peste que some

Somos um universo animado

A arte é revelada, alta e boa

O artista não é amado

O nome é coisa à toa

A vida não é mais imagem

Ela é bela

É alegre

É feliz

É eterna …

Por Darcio Martins

Escrito por darciomartins

julho 29, 2010 em 4:51 pm

Publicado em Revolução

O palhaço

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Vou te contar uma história
sem final feliz
talvez sem final, sem final pra contar
E por tráz dessa história a verdade aparecerá
Hoje o palhaço chora, e não sorri mais
Ele não faz ninguém sorrir no palco
E corações não caem do céu
E corações não caem do céu
A vida é curta pra não sorrir
E o palhaço tentou uma vida comum
Tentou sorrir
E pensar que quem fazia sorrir
Não sorri
E corações não caem do céu
E corações não caem do céu

Darcio Martins

Escrito por darciomartins

maio 24, 2010 em 9:35 pm

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Vícios de Linguagem

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Eu te amo
Eu te odeio
Não sei se vai dar
Se der eu vou

Tudo isso sempre soa tão cliche

Não quero
E se depender de você
Eu sou tão mal
Nunca ganho
Como “eu” posso perder?

Tudo isso sempre soa  tão cliche

O culpado é ele
Mas parece um santo
Mas dizer o que?
Sempre sabemos
Mas fazer o que?

Tudo isso soa tão cliche

Escrito por darciomartins

maio 3, 2010 em 10:22 am

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Lira em Blues

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Pra isso sair perfeito eu deveria misturar
Ópio com absinto e esperar tudo fazer efeito
E tentar entender tudo o que eu sinto
Juntando palavras a uma canção
Que fale de algo comum de um modo especial

Mas não é o conhaque, nem a estrada
Não que eu destaque a alvorada
E reduza o por-do-sol a um por-de-sol
Mas apesar da cor do céu que amanheceu
Ter as mesmas cores arrebol
Um por-de-sol não passa de um por-do-sol

Então eu não tenho gaita, nem um cotidiano complicado
Qualquer canção alegre ou triste que eu faça não fará surgir dois de mim
E mesmo que coisas impossíveis aconteçam
Que diferença faria pra você?

Porque seja noite dormida ou acordada
O tempo ir do zero ao fim da madrugada
Poder variar a cor do céu que é seu
O que acontecerá depende do que aconteceu

Na verdade, basta uma noite para um homem sentir-se Deus
Na verdade, basta uma noite para um homem sentir-se Deus

Darcio Martins

Escrito por darciomartins

abril 16, 2010 em 8:49 pm

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Tecnologia e Negócios. Até onde Isso vai dar o que falar?

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Acho lindo ver a evolução tecnológica e os seus impactos nos negócios. E acho mesmo. Acho magnífico o fato de há menos de vinte anos atrás não termos nem noção do que era celular e hoje, quase todos os brasileiros terem ao menos um aparelho. E o celular faz parte da vida das pessoas. Existem residências que aboliram o telefone fixo por um celular e, depois que os smartphones chegaram. Definitivamente o mundo dos telefones não foi mais o mesmo.

Palm, Blackberry, iPhones e muitos outros gadgets estão presentes na vida de milhares de executivos diariamente. MAS, eu não vejo de uma forma acessível que toda essa tecnologia que estamos presenciando está chegando aos pequenos.

Eu ainda vejo empresas, não tão pequenas assim sem um domínio próprio. Vejo o dono das empresas meio alheios a esta história de e-mail e de tecnologia. Vejo empregados totalmente marginalizados quando o assunto é internet e vejo que, por delírio meu, ou por ceticismo demais a tecnologia não está chegando nas mão das pessoas. E por este motivo, por estar tudo tão distante, por estar tudo tão bonito na teoria, mas nada legal na prática, que os pequenos acabam escolhendo não participar muito disso que está acontecendo.

E olha que, ficar de fora de tanta tecnologia, tanta novidade, tanta coisa boa é bem difícil.

Eu não estou dizendo ficar de fora de todos os lançamentos da Intel ou da AMD, nem saber de cabeça qual é o último lançamento de notebooks. Não quero que os empreendedores se transformem em um geek, viciados em informações que, muitas vezes são irrelevantes.

MAS, eu acho legal eles participarem da revolução que está acontecendo. Acho necessário um investimento em automação, em TI, em segurança. Acho mais do que preciso uma manutenção, um upgrade. O que eu não consigo aceitar é, em pleno lançamento do Windows 7 da Microsoft, termos pessoas usando um micro velho com Windows 98 nele porque, “o 98 é o melhor”.

Mas, por outro lado, quem é que está levando a informação pra essas pessoas. Quem é que está mostrando isso pra essas pessoas? Geralmente, pequenas empresas (as que têm computador) possui usuários mais ignorantes do que aquela máquina lenta e, o cara da manutenção é pior ainda, aquele sobrinho do dono que é viciado em PC e acha que sabe alguma coisa.

E por esse motivo, a tecnologia, as coisas que estão acontecendo não chegam aonde deveriam chegar.

E as pequenas empresas não têm um site, ou um e-mail com domínio próprio. E um empreendedor, um pequeno empresário fica sem enxergar a importância de um smartphone, de um notebook, de Twitter, Skype e MSN. Afinal de contas, tudo isso está tão distante, que parece que nem está acontecendo ainda.

Assim, um smartphone se torna uma fescura, obviamente. Pra que tantos recursos se a pessoa mal sabe usar o telefone pra falar? Pra que e-mail, se a única forma de comunicação dessas empresas é a voz, é a reunião, é a conversa? Pra que mensageiros eletrônicos, recursos, data shows e computadores com monitor de LCD se, a única ferramenta tecnológica que essas pessoas conhecem são os retoprojetores?

Quem está educando os pequenos? Os grandes possuem CIO’s, diretores de TI, gerentes e pessoal de inovação por todos os lados. Os grandes empreendedores são bombardeados, até quando não querem, com o lançamentos de leitores de livros digitais, carros movidos à hidrogênio, protótipos e conceitos.

Já o pequeno está cercado por si mesmo. Muitas vezes, nem a família está ao seu lado durante o dia e, ele mal tem tempo de saber sobre o que acabou de acontecer na sua própria cidade. Como vai saber de um lançamento da Apple essa semana. Ou pior, como vai saber o que é Apple?

Eles estão sozinhos. Primeiro, porque são pequenos, e os grandes fabricantes não conseguem enxergá-los. Segundo, porque não têm ninguém pra chegar lá e falar pra ele que, se ele comprar isso, ou se conhecer melhor aquilo, vai ter mais tempo pra poder levar e buscar as crianças na escola.

Eles estão lá. E vão fazendo as coisas com a tecnologia que possuem, ou com as que conhecem. Muitas vezes analógicos. Sozinhos e analógicos. Quanto tempo levará para os pequenos empreendedores binários serem convertidos e educados para transformarem-se em hexadecimais?

Eu espero, sinceramente, que as empresas comecem, o quanto antes, a enxergar nesses esquecidos alguma coisa. Enxergar que, aqui no Brasil, os pequenos são responsáveis por mais da metade dos empregos. Enxergar que, se alguém lhes ensinar uma maneira mais fácil, melhor e mais rápida de fazer as coisas, eles conseguem mais tempo pra fazer mais. E, enxergar que, um produto vendido a US$ 100,00, simplesmente não pode ganhar mais uma casa decimal quando chega por aqui.

Quem será que vai ver isso primeiro? Quem será que vai fazer isso primeiro? Espero não demorar muito tempo até ver conselheiros tecnológicos ajudando os pequenos por aí. Uma oportunidade de começar uma revolução está lá fora. Apenas você pode escolher se vai fazer parte dela, ou se vai apenas assisti-la.

Por Enrico Cardoso.

Escrito por darciomartins

janeiro 20, 2010 em 12:00 pm

Publicado em Diversos

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